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Testes Covid-19 - Quais as diferenças?

28
jan
2021

Ainda existem muitas dúvidas sobre o momento em que devem ser aplicados os vários tipos de testes de Covid-19 existentes e quais as principais diferenças.

Recentemente, os tão conhecidos testes rápidos para COVID-19 juntaram-se aos testes que já conhecíamos desde a primeira vaga da doença Covid-19, construídos em laboratório com equipamento característico, que são: os Testes Diagnóstico (confirma a infeção) e os Testes Serológicos (avalia a presença de anticorpos para a doença).
Quais são os testes Covid-19 que existem de momento?


1.  Testes Serológicos (Imunológicos)

 

Utiliza-se este tipo de teste quando se pretende saber se existe a presença de anticorpos para o vírus denominado SARS-COV-2. Neste momento sabe-se que quem apresenta anticorpos, já esteve em contacto com o vírus.
Estes testes são importantes numa fase posterior da infeção uma vez que os anticorpos necessitam de aproximadamente 5 a 10 dias para serem detetáveis no sangue.
Testes de deteção indireta do vírus.

2.  Como é feito este teste?

 

É um teste rápido que concebe o resultado entre 15-30 minutos, através de uma colheita de sangue. Um resultado negativo não invalida a presença da doença. A resposta imunológica na infeção por SARS-COV-2, ou seja, regularmente entre 8 a 10 dias após o início dos sintomas. Face a este intervalo de tempo, um teste negativo, não garante que a pessoa não está infetada, apenas garante que naquele momento não apresenta anticorpos detetáveis.
Este teste apresenta uma menor sensibilidade que os testes de PCR.


3.  Quem deve fazer testes serológicos?

 

     · Indivíduos que contataram com doentes COVID-19 confirmados;

     · Indivíduos que necessitam de saber se já tiveram em contato com o vírus, por razões diversas como triagem no local de trabalho


4.  Testes Diagnóstico (PCR)

 

Estes testes são testes moleculares muito sensíveis e específicos. Permitem testar as pessoas num momento precoce da infeção.
Requerem uma recolha de amostra (exsudado) através do nariz, com recurso a uma zaragatoa e em que este exemplar é analisado futuramente num laboratório certificado para o efeito.
O teste de PCR permite a confirmação de uma infeção ou não, para que assim consigam ser dadas as orientações necessárias, (isolamento), tratamento e não existir risco de infeção de outras pessoas.
Testes de deteção direta do vírus.

5.  Quem deve fazer testes serológicos?

 

     · Todas as pessoas com sintomatologias e assim possível de detetar carga viral até ao 12º dia de sintomas;

     · Todas as pessoas que vão realizar um exame/procedimento com exame evasivo ou cirurgia;

     · Qualquer doente antes de um internamento hospitalar ou clínico;

     · Grávidas antes do parto;

     · Todas as pessoas que vão viajar (de acordo com as recomendações da DGS e outras autoridades).


6.  Testes de Antigénio (Rápido)

 

É um teste que permite detetar proteínas especificas do vírus. Permitem identificar rapidamente os indivíduos infetados quando a colheita é realizada nos 5 primeiros dias da doença.
Testes de deteção direta do vírus.


7.  Como é feito este teste?

 

É realizado pela colheita de uma amostra do trato respiratório (exsudado nasofaringe), sendo a sua leitura visual e o resultado obtido entre 15-30 minutos.
Os testes rápidos são menos sensíveis do que os testes PCR e por isso a probabilidade de obter resultados falsos negativos é maior. Assim, um resultado negativo num teste rápido, não significa que esteja excluída a hipótese de uma infeção, por isso pode ser necessário realizar um teste de PCR.

 

 

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