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BE recomenda investimentos e contratações para farmácias hospitalares

3
abr
2019
O Bloco de Esquerda (BE) propôs ao Governo a realização de um levantamento das necessidades em todas as farmácias hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS), quer em termos de recursos humanos quer em equipamentos e instalações, bem como a concretização e abertura de vagas para a residência farmacêutica.

O Projeto de Resolução n.º 2082/XIII/4ª, apresentado pelo BE, recomenda ao Governo que proceda ao levantamento de necessidades de profissionais – farmacêuticos, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, assistentes técnicos e assistentes operacionais – e de investimentos em equipamentos e melhoria de instalações em cada uma das farmácias hospitalares das unidades inseridas no SNS.

A iniciativa legislativa pretende que seja autorizada a contratação dos profissionais necessários para o pleno funcionamento dos serviços farmacêuticos hospitalares e que seja garantida dotação orçamental para realização dos investimentos identificados.

Os deputados do BE destacam também a necessidade de concretização do internato com vista à especialização dos farmacêuticos, designado por residência farmacêutica, apelando à abertura de vagas para que o percurso formativo e de desenvolvimento profissional dos farmacêuticos entre em funcionamento.

Tendo por base as declarações públicas da bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, e a sua recente audição na Comissão Parlamentar de Saúde, em que esteve acompanhada por diretores de Serviços Farmacêuticos de vários hospitais públicos, o BE destaca necessidades urgentes em algumas unidades, dando exemplos concretos no Centro Hospitalar de São João, na Unidade de Portimão do Centro Hospitalar e Universitário do Algarve, no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga ou no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, evocando ainda os resultados de inspeções realizadas pelo Infarmed, que ditaram a suspensão de atividades em várias farmácias hospitalares.

Para os deputados bloquistas, "a questão não se resolve apenas com qualquer agilização de processos de substituição por ausência temporária de trabalho porque na maior parte dos casos o que é necessário é proceder a novas contratações e ao aumento dos mapas de pessoal das instituições”.

Clique para aceder ao Projeto de Resolução n.º 2082/XIII/4ª.



notícia extraída na integra de www.ordemfarmaceuticos.pt
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